quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Interessante vs assustador vs desejável
E tudo o grafeno criou...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
Sober or not, I'll keep crawling
Esta coisa aqui continua a não me deixar colocar fotos, deve ter medo que eu coloque das que são tiradas por mim, autêntico desastre.
O vazio que assola as pessoas de vez em quando, também se mete comigo..muitas vezes. Hoje meteu-se comigo outra vez. Tenho quem me defenda dele, mas nada fazem, o vazio ganha a todos, é o gigante aqui da terra. Tenho amor, querer, luz, pernas, olhos, computador, telemóvel... tenho saúde! Pois tenho, física ainda a tenho, mau era (de vez em quando umas maldades da natureza, but hey, couldn't be much better than this)...a mental tenho de vez em quando, também não preciso muito dela, para o que faço, para o que vivo.
Ah! estou disléxica, por enquanto..
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Pérolas
Pérola nº1 - (mais ou menos isto) "não padeço da necessidade que as senhoras têm de utilizar o chuveiro como terapia de substituição marital e hiperventilações múltiplas"
Okay, que fazer com isto? ignorar, hiperventilar ou , por exemplo...sei lá...abrir-lhe a cabeça pelo picotado e começar a vomitar lá para dentro a história da humanidade, mais umas sessõezitas de esclarecimento, assim muito light, para não o levar ao suicídio, que não me apetecia nada ser culpada de um suicídio.. é maçador.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Sono e auto censura
Este blog está uma grande seca.
E que tal dormir numa cama de sementes de girassol?
Não consigo colocar fotos aqui, é , é, eu sei, é uma conspiração lol
Então se não há fotos, há vídeos, e eu rio-me com este, vejo-o algumas vezes para não me esquecer de como se ri.
Ah! E já me esquecia de dizer que oiço a música do senhor que anda nas ruas a consertar guarda chuvas...muito bonita a sua música, é mesmo como um pássaro. Soooooono!!!
E que tal dormir numa cama de sementes de girassol?
Não consigo colocar fotos aqui, é , é, eu sei, é uma conspiração lol
Então se não há fotos, há vídeos, e eu rio-me com este, vejo-o algumas vezes para não me esquecer de como se ri.
Ah! E já me esquecia de dizer que oiço a música do senhor que anda nas ruas a consertar guarda chuvas...muito bonita a sua música, é mesmo como um pássaro. Soooooono!!!
domingo, 6 de janeiro de 2013
2 ou 3...
Noites loucas - podia ser o título piroso de um período correspondente a 2 ou 3 anos da sua vida. Só?? "E não são muitos! E não são poucos!" Pois sim, depende do que é vivido, realizado, perpetuado, olvidado, aturado, axadrezado...A verdade é que aquelas noites eram repetitivas: saía de casa às 19h20, ia fazer umas horas numa pastelaria de má fama num centro comercial da cidade, e no fim do expediente, se não tivesse uma espera (surpresa ou não) que a acompanhasse e fizesse da sua noite algo divertido e..especial, porque não?, tratava de buscar o equivalente só ou com amigos. O marido sempre em casa, a dormitar, só despertando para um cigarro e uma cevada. Ela queria ir sentir como o sangue ferve em músicas noturnas, sentir aquele disparo que vem do fundo da barriga e atinge a garganta, assim que o via. É - quando via aquele ser, sabia que estava viva. Ela temia ser descoberta mas a excitação de estar com o que se pode chamar de fruto mais que perfeito, fazia-a esquecer tudo, tudo, até da sua com(postura). Ele não era exclusivo do seu catálogo, a loucura era tanta, que numa noite poderia até colher outros frutos, mais 2 ou 3.
Depois da colheita, voltava a casa, com passos rastejantes mas não muito lentos, outras vezes nem era necessário andar, automóveis confortáveis carregavam-na. Ainda havia outras vezes que nem a casa regressava (hoje vou dormir a casa da minha mãe, ok?). Colheitas... sempre a mesma busca - a hunter pretending to be hunted - coisinha maifácil de fazer, mas era compulsivo já.
No catálogo sobressai um (ainda hoje) e esse tem direito a banda sonora, é graças às noites loucas com esse demo carregado de bondade suja que os seus ouvidos ainda tilintam quando ouvem as batidas de rudebox, ou de sexyback, ou de maneater. Pois é, mas que musiquinhas para servirem de recuerdo, mas assim era. Explicação: culpa da MTV que passava sempre a mesma coisa à mesma hora. À chegada a casa, cansada mas contente, encontrava o marido no sofá, a dormitar, "olá", a televisão a dar qualquer coisa que ela nem via porque colocava logo na MTV. O porquê? Sem porque, era vício ou rotina, como as noites loucas, como o cigarro que acendia enquanto se sentava no sofá e produzia a retrospetiva de umas horas regadas a sexo, drogas e medo. Ainda hoje as músicas a perseguem e ela às músicas, só para não apagar as horas regadas a sexo, o resto está extinto, com perigo de volta, sempre. Noites loucas, onde o sentimento esbugalhava qualquer tentativa de apelidar os atos de promíscuos.
Depois da colheita, voltava a casa, com passos rastejantes mas não muito lentos, outras vezes nem era necessário andar, automóveis confortáveis carregavam-na. Ainda havia outras vezes que nem a casa regressava (hoje vou dormir a casa da minha mãe, ok?). Colheitas... sempre a mesma busca - a hunter pretending to be hunted - coisinha maifácil de fazer, mas era compulsivo já.
No catálogo sobressai um (ainda hoje) e esse tem direito a banda sonora, é graças às noites loucas com esse demo carregado de bondade suja que os seus ouvidos ainda tilintam quando ouvem as batidas de rudebox, ou de sexyback, ou de maneater. Pois é, mas que musiquinhas para servirem de recuerdo, mas assim era. Explicação: culpa da MTV que passava sempre a mesma coisa à mesma hora. À chegada a casa, cansada mas contente, encontrava o marido no sofá, a dormitar, "olá", a televisão a dar qualquer coisa que ela nem via porque colocava logo na MTV. O porquê? Sem porque, era vício ou rotina, como as noites loucas, como o cigarro que acendia enquanto se sentava no sofá e produzia a retrospetiva de umas horas regadas a sexo, drogas e medo. Ainda hoje as músicas a perseguem e ela às músicas, só para não apagar as horas regadas a sexo, o resto está extinto, com perigo de volta, sempre. Noites loucas, onde o sentimento esbugalhava qualquer tentativa de apelidar os atos de promíscuos.
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